segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

QUAL SUA OPINIÃO

Projeto de lei quer proibir perseguição de animais em rodeios

DE SUA OPINIÃO:

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Um projeto de lei em Brasília promete causar rebuliço entre os tradicionalistas. Pela proposta do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), fica proibida a perseguição de animais durante rodeios em todo o país, o que atingiria a prova do tiro de laço, a mais disputada entre as competições campeiras do Estado, até mesmo as gineteadas e o tradicional Freio de Ouro.
A proposta, que antes de ir a plenário, precisa ser aprovada nas comissões de Turismo, Meio Ambiente e de Constituição e Justiça, deixou os praticantes do esporte em alerta. Nas redes sociais, já circulam campanhas contra o projeto. Em jogo, está uma indústria que no Rio Grande do Sul movimenta 1,2 milhão de pessoas, segundo o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). São cerca de 38 mil laçadores e 40 rodeios por mês durante a temporada que vai de outubro a maio.
Por isso, o presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), Manoelito Savaris, está pedindo aos dirigentes de entidades filiadas para que pressionem os deputados em cada Estado a votarem contra a proposta.
— Os rodeios trabalham com animais, mas não os submetem ao sofrimento. Se eventualmente isso acontecer, a gente fiscaliza e pune — garante Savaris
Na bancada gaúcha do Congresso, o projeto repercutiu negativamente.

Nesse caso, me parece que esse projeto vai além do necessário e invade exatamente esse aspecto que é a cultura dos Estado.
Vamos aguardar o desfecho.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O SUL É O MEU PAÍS


 O SUL É O MEU PAÍS
 
                       Cultura gaúcha e separatismo no Rio Grande do Sul
Este livro analisa o Movimento Separatista Sulino, muito marcante na década de 90. A reflexão tem como pano de fundo a cultura gaúcha e busca compreender como os aspectos étnicos e o separatismo interagem nesse contexto. Fundamenta o trabalho uma ampla pesquisa de campo composta por questionários e entrevistas, realizada em diversas cidades do Rio Grande do Sul. Para interpretar o ideário separatista a autora também dedica especial atenção aos documentos do próprio movimento. A obra reconstrói alguns aspectos da história do Rio Grande do Sul e da formação de um ideal separatista que constitui uma faceta do processo de globalização e do afloramento e fortalecimento de identidades específicas.

RECOMENDO:

 
 
BANDEIRA CRIADA PELO MOVIMENTO SEPARATISTA
 
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

CAUSOS GAÚCHOS

 
CAUSOS:
Se tem uma coisa que eu realmente aprecio é os causos gaúchos e a forma como são contados. Não adianta sentar numa roda de chimarrão e contar aquele causo engraçado como se tivesse numa consulta com um urologista. Tem que ser com emoção, com vontade e, principalmente, tem que saber fazer um suspense. Se o desfecho da história vai ser realmente engraçado é sempre bom ter aquelas pausas dramáticas ou então aumentar um pouco mais o conto pra fazer valer a pena o tempo investido em ouví-lo.
Os únicos livros de contos que eu li, até hoje, foram apenas de causos gaúchos. Não consigo ler aqueles que são mais melosos ou que parecem cópias baratas de Shakespeare. Eu acho que, quando se vai ler um livro desse tipo, é necessário primar pela originalidade e pela riqueza das histórias. Quanto mais cheias de regionalismo, de figuras típicas e de churrasco, tanto melhor para os nossos olhos. É muito bom poder ler uma história e conseguir imaginar perfeitamente o cenário onde ela se passa, os personagens e a roda de chimarrão ouvindo atenta o peão contando, cheio de pompa.

CAUSO:
“ O grupo de amigos que se reunia, após o almoço, no Clube Caixeiral de Santana do Livramento, falava em doenças. Todo um corso de
males desfilava. Até que alguém comentou que um parente seu estava
por morrer, de diabete.
O então Bilica, despachado e falastrão,
comentou que diabete era com ele mesmo:
– Tirei carta de doutor cuidando de diabético. Minha santa
avó – que Deus levou – tinha tanto açúcar no sangue, que eu e meus
irmãos colocávamos arandelas de lã de pelego nos pés da cama da
velha…
– Pra que, Bilica 

Pras formigas não comerem a pobre da velha que, mal
comparando, era uma rapadura que falava.”

QUEM CONTA UM CONTO , AUMENTA UM PONTO. 
Vai lá, esquenta a água, prepara o mate e lê esta obra que vale cada pataca gasta.

 
 
 


        

                                                 Rapa de Tacho – Causos Gauchescos
                                                             Autor: Apparicio da Silva Rillo
   

sábado, 1 de dezembro de 2012

INDIGNAÇÃO

Amigos estou espantado com a exploração das Pedreiras em busca de Basalto e Britas nos morros da região metropolitana de Porto Alegre e Litoral.
 Morungava,Taquara e Gramado , estão exterminado com morros e matas nativas.
No Litoral em Morro Alto um absurdo,como e de  que forma arrumam estas licenças,precisamos ficar atentos.

Algumas fotos dos Locais explorados

                                                                                            GRAMADO
 
                                                                                             TAQUARA
 
                                    MORRO ALTO 
 
                                                                                    MORRRO ALTO

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Joca Martins - Recuerdos da 28

Joca Martins
Há 25 anos nas estradas do nativismo JOCA MARTINS atualmente é considerado um dos maiores nomes da música gaúcha. Foi trilhando as estradas do Rio Grande do Sul desde 1986, entre festivais e apresentações, que conquistou diversas premiações. Entre elas se destacam o “Troféu Vitor Mateus Teixeira - Teixeirinha de Melhor Cantor em 2004” e dois Discos de Ouro. Um deles pelo disco "O Cavalo Crioulo" e outro pelo CD "Clássicos da Terra Gaúcha”.
Joca Martins é citado pelo imortal Jayme Caetano Braun como "um intérprete que possui o indispensável ao cantor crioulo: autenticidade!"

                                                      Aí que eu me refiro!